Gaúcho, o senhor motorista

Posted on August 1, 2010
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O povo gaúcho, muitas vezes, me surpreende. É hospitaleiro, educado com as pessoas, tem um dos sotaques mais bonitos – e falo isso não por ser gaúcho, mas porque já me falaram isso inúmeras vezes – e tem uma falta de educação tremenda quando vira motorista. É só ver no flagra da foto aí de cima.

Essa foto foi tirada enquanto eu aguardava o sinal da rua Adão Juvenal … esquina com a avenida Eduardo Prado, na Zona Sul de Porto Alegre. Um caminhão em cima da faixa de pedestre e um Ecosport, que recém havia chegado, fez a mesma coisa. Não dá para culpar a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) por falta de fiscalização. Eles não são onipresentes. Mas, convenhamos, custa ter um pouquinho de educação?

A foto me lembrou desse episódio do Pateta. O senhor motorista.

E aí, concorda ou não?

Encontro certo

Posted on July 31, 2010
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Agora pode-se dizer que “Porto Alegre entrou diveish nu mundo do Sôchiau Mídia Dêi“. Tudo isso porque a capital do Rio Grande do Sul realizou o Social Media Day na quarta-feira da semana passada, também conhecida como 28 de julho. Como diria o presidente que quer se candidatar novamente, mas segundo a legislação não pode, então colocou uma mulher no seu lugar, Luiz Inácio Lula da Silva, “Nunca na história desse país Estado” houve algo desse tipo.

E o que pode ser dito desse primeiro evento? Não posso falar pelos experts, mas para os leigos, como este que vos bloga, foi um evento bastante interessante. Primeiro, pelo evento em si: quem não entendeu que as mídias sociais podem render algumas cifras na conta bancária no dia do pagamento, tem que morrer e nascer de novo. Segundo, pelo palestrante: Ian Black, o marido da Maria Santa Helena, deu uma breve explicação da história dos blogs e de como ele conseguiu se tornar uma das referências nesse assunto.

Cases bem sucedidos e outros bem fracassados foram discutidos. Até o futuro do jornalismo entrou em pauta, principalmente pelo fato do Jornal do Brasil ter fechado a área impressa e só atuar, agora, na mídia virtual. Mas a galera não ficou só nessas de ouvir o que o Ian tinha a dizer. Alguns corajosos foram dar suas ideias. Uma dessas pessoas é Diego Senger, estudante de Publicidade e Propaganda da Unisinos, que indagou o palestrante quando este disse que muita gente não viu que, com o advento da internet, as pessoas estão lendo mais. “Na minha opinião, o que vejo é que as pessoas lêem com menos profundidade”, interveio Senger.

isso porque, de acordo com ele – e com a minha visão, também -, as pessoas estão lendo, sim, mas com menor qualidade. Isso pode se ver pelo número de analfabetos funcionais que temos a cada dia e a burrice que muitos têm adquirido, por não saber diferenciar coisas simples da língua portuguesa, como o “mas” e o “mais”.

Posso ter certeza que, todos os que foram no evento, conseguiram sair de lá pensando alguma coisa. Seja em como tornar as mídias sociais rentáveis, seja como conseguir uma namorada pela internet. Afinal, até sobre isso o Ian falou.

Portanto, quem não tiver nada para fazer toda última quarta-feira do mês, fica ligado no Twitter do Social Media Day. É quando serão marcados os próximos eventos – realizados pela Babushka Brand Enterteinment, em parceria com a DEZ Comunicação e com a Bmob – que tem tudo para dar certo. E, lógico, abrir ainda mais o debate na área e, quem sabe assim, acabar com a raça dos #clienteiguatemi.

Um leigo no FISL – O fim

Posted on July 25, 2010
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Tudo na vida tem um início, meio e fim. Tirando, acredito, a música “Amor, meu grande amor“, do Frejat. Porque ele, é incrível, consegue escrever “Tudo o que ofereço é, meu calor, meu endereço. A vida do teu filho, desde o fim até o começo”. Quase um Curioso Caso de Benjamin Button. E o Fórum Internacional do Software Livre teve o seu fim ontem, às 21 horas, na PUC do Rio Grande do Sul.

Para um leigo, como eu, o evento foi muito bom. Participei de algumas palestras que me mostraram as coisas boas do software livre. A maioria dos palestrantes, inclusive, me fizeram pensar várias vezes do porquê eu usar o Windows em vez do Linux, ou qualquer outro sistema operacional proprietário. A resposta é sempre a mesma: o Windows, para o que eu preciso utilizar – principalmente em termos profissionais – é muito melhor que o Linux, mas, como sempre, existe aquela luz no fim do túnel. E as palestras mostraram isso.

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Um leigo no FISL – Somos todos piratas

Posted on July 24, 2010
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“Sim. Eu sou pirata, e você?”. Essa foi a pergunta feita pelo “pirata” Alberto Azevedo. A resposta do palestrante das 19 horas da sala 41-E da PUC foi curta e grossa: “sim”.

De início, teve gente que só faltou se levantar da cadeira e dizer “Não sou pirata coisa nenhuma. Nem caolho eu sou!”, mas, aos poucos, o piratão mor foi explicando a sua tese.

Ora, sejamos sinceros: quem aqui não baixou, pelo menos uma vez, uma música de seu artista preferido? Ou compartilhou com o amigo aquele vídeo daquele filme que tanto gosta? Essas pessoas, de acordo com certas pessoas – incluindo, ai, a indústria do Copyright -, são consideradas piratas, pessoas de má fé que querem destruir o mundo tanto quanto o Bin Laden quer detonar os estadunidenses.

Aos poucos, Azevedo foi mostrando algumas incoerências desse povo que manda e desmanda nesse mundo tecnológico. Por exemplo, tu sabia que chamar determinado número de pessoas que não seja da tua família para assistir um filme em tua casa, por exemplo, pode ser considerado pirataria?

Tudo isso porque, aquele DVD que tu adquiriu, só pode ser visto para fins próprios, e chamar uma galera que seja tua amiga para assistí-lo significa uma sessão pública. E sessão pública, sem pedir autorização para o estúdio e bla bla bla, significa estar quebrando as regras do copyright.

Azevedo foi sucinto na palestra. “A minha ideia é tentar libertar vocês disso”. Ou seja, fazer a gente pensar a respeito da imposição pelo uso de software proprietário em vez do livre.

O palestrante mostrou alguns dados, como por exemplo do iTunes. Sessenta e cinco por cento de cada música vendida pelo sistema da Apple fica com a empresa. Outros 35% fica com os estúdios. E, segundo um estudo apontado por Azevedo, a cada música vendida a 99 centavos de dólar, o artista recebe 4 centavos. E tudo isso é para “proteger o autor”. Ou seja: o autor fica protegido, mas também não recebe, de forma “justa”, aquilo que os protetores protegem.

Fora que, ainda de acordo com essa tal pesquisa, foi comprovado que, quem baixa música da internet, é quem mais compra cd original. Que puxa, não?

Sei que o texto não diz muito o que a palestra mostrou para mim. Não consegui repassar o suficiente sobre o que foi discutido. Porém, uma coisa eu posso ter certeza: sou pirata, sim, e com orgulho.

E vou aderir ao Software Livre. Só que não de forma radical. Vai ser aos poucos. Até porque não tem como fazer um viciado se livrar de sua droga de uma hora pra outra. E eu não consigo me ver livre da Coca-Cola.

Um leigo no FISL – Aula cultural

Posted on July 23, 2010
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Era para ser apenas uma apresentação para uma discussão sobre o software livre e o conceito de Rádio Livre. Um debate sobre usar ou não plataforma livre para este tipo de “veículo de comunicação”. Acredito, ainda, que não se tenha uma definição nesse sentido, mas não vem ao caso… não neste post.

Porque esse texto tem como propósito elogiar algumas palestras que tem ocorrido. Apesar de eu só ter assistido uma, acredito que o aprendizado cultural é muito válido. E foi o que ocorreu comigo.

No momento de apresentação dos participantes da palestra, três pessoas chamaram a atenção. Entraram com tambores e muita risada. Eram o TC, o Mestre Chico e a Paula.

O importante desse intercâmbio cultural foi que, antes mesmo de eu imaginar a importância do mundo do software livre, esses caras mostraram que já pensavam sobre essas “plataformas” muito antes de eu nascer.

Legal conhecer mais sobre a cultura africana e saber que o meu diploma de jornalismo não significará nada se eu não for curioso. Afinal, eu sou diplomado e só sei falar o português: arranho o espanhol e o inglês só entendo algumas coisas. Enquanto o Mestre Chico sabe falar, pelo que eu entendi, quatro idiomas.

Cara, eu tenho muito o que aprender nessa vida. E o FISL me mostrou isso mais uma vez.

Um leigo no FISL – Pirata ou Livre?

Posted on July 23, 2010
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Essa foi a pergunta que fiquei me fazendo durante parte da palestra sobre Rádio Livre e Software Livre, realizada na sla 615 do prédio 40 da PUCRS. A discussão mental começou depois que Paulo Capra, de uma rádio livre aqui de Porto Alegre, falou que a emissora da qual faz parte não é uma rádio comunitária, muito menos uma rádio legal. E que – isso me deixou alarmado – não quer nem um pouco se legalizar.

Longe, aqui, querer discutir legalização das coisas, mas se formos partir para o lado jurídico, a rádio é ilegal, é pirata. O fato de não querer se legalizar, de bater de frente contra o estado, mostra um teor bem revolucionário da coisa. Também não quero discutir, aqui, posições políticas e afins. Muitas das coisas que o Paulo Capra falou eu concordei – principalmente da que o Estado, muitas vezes o “estimulador” das rádios comunitárias, é o primeiro a fechá-las de uma forma um tanto obscura.

Entrar nessa discussão de conceitos sobre “livre” e “pirata”, no meu caso, não é válido. Sou leigo no assunto e não tenho base suficiente para propor algum debate interessante sobre o tema. Só que continuo nessa dúvida: Toda a rádio livre é pirata? E toda rádio pirata, é livre? Ou, indo mais além: rádio livre e rádio pirata são as mesma coisa – não no sentido jurídico, mas no conceitual.

Está aberto o espaço para a conversação. Quero que você me ajude a entender um pouco desse tema. Os comentários estão livres. Aproveite-os.

Ah, o tema foi proposto por Fabiane Balvedi, a Fabs, que tem muitos amigos, pelo que pude perceber – quase todos na palestra, ao se apresentar, disse ou que era amigo dela, ou que não era amigo =P.

Um leigo no FISL – Os nerdbrindes

Posted on July 23, 2010
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Sempre achei que nerd não tinha dessas coisas, mas vi que estava errado. Cheguei hoje, às 9 horas da manhã na PUCRS, e pensei: “Vou ser o primeiro da fila para conseguir uma caricatura no stand da Caixa”.

Sabe como é, se eu sou um nerd, sou um nerd no nível – 3, já que uso o Windows, só sei linguagem html e o único nome que conheço desse mundo é o do Linus Torvalds. Então, eu posso fazer esse tipo de coisa…

Bem, é o que eu pensava. Tem gente que é pior que eu. Que vem pra cá, pelo que vi, mais pelos brindes e pra dizer “eu fui no FISL” do que pra fazer alguma outra coisa, como realmente discutir sobre a plataforma livre no Brasil.

Dá pra se ter isso como uma base prévia logo na entrada do evento. Não é nem 9 horas da manhã e já tem uma fila imensa no stand da Caixa. Chega a dar uma volta no bagulho.

Pôxa, o povo chega antes pra conseguir as mamatas? E eu pensava que o “noob” era eu.

O stand do Ig

O pessoal do Ig tem um stand também aqui no FISL. Bem legal. As gurias são bonitas e tem duas que parecem o X-Men. Estão todas de preto e com uns sorrisos estilo a Vampira. Gamei.

Aproveitei, também, pra mostrar meu talento para o Ig. Não, não fui lá fazer nenhuma demonstração dos meus dons artísticos, tipo dança e atuações. Eu só ia me inscrever no banco de talentos desse portal da internet.

Fui pedir informações pros caras e o que ele me disse foi uma coisa do tipo “Puxa!”.

- Tem que se cadastrar por aqui, mesmo. Já pode ficar na fila já que tu chegou cedo. Porque, daqui a pouco, lota.

O cara estava certo. Fui o “cabeça” de uma das filas. Em poucos minutos, já tinha uma galera se enfileirando. Algumas pessoas perguntavam que fila era essa. Quando eu respondia, faziam uma cara de decepção, mas mesmo assim entravam na fila.

Ou seja: o povo aqui, às vezes, parece que vem mais pra conseguir as coisas de graça do que pra participar do Forum. Afinal, quem fica duas horas em uma fila para conseguir uma caricatura é porque não tem, mesmo, muito o que fazer por aqui, né?

Um leigo no FISL – A saga da tomada

Posted on July 23, 2010
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Primeiro ato

Ah, a vontade de escrever a vontade do Fórum Internacional do Software Livre. Para fazer isso, a primeira cobertura “in loco” do Etcetera e tal, peguei o Mobo da minha mãe – que já foi meu, depois foi repassado ao meu pai, até chegar nas mãos dela – e rumei para o Centro de Eventos da PUCRS. Depois de dar uma de “noob” – isso é, tirar fotos; fazer algumas filmagens; e me cadastrar no Ig no Fisl, rodando a roleta e concorrendo a um iPad – resolvi fazer o primeiro texto direto daqui.

Sentei em um dos espaços liberados para usuários comuns. Em menos de cinco minutos, o netbook de 2 gb de hd flash desligou. Foi aí que percebi: estava sem bateria. “O que fazer, meu Deus?”. Em vez de virar um fã do Restart e xingar muito no Twitter, fui em busca de uma tomada, padrão internacional – porque eu sou chique… ou um pobre metido a chique. Não encontrei em lugar algum.

“Poxa, e agora? Vou ter que xingar muito no Twitter”, pensei. Mas não o fiz. Respirei fundo e saí por aí, procurando uma tomada que encaixasse com o bico de luz. É! Gente diferente é dose.

Após muita procura, o encontrei. Sentei em um daqueles espaços para grupos de usuário. Liguei o netbook e, quando o negócio começou a carregar, ouvi uma pergunta que me fez ficar um tanto desconcertado.

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Um leigo no FISL – O primeiro dia

Posted on July 23, 2010
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Expectativa. Foi assim que acordei na manhã desta quinta-feira, também conhecida como “vinte e dois de julho de doismiledéiz”. Tudo isso porque, hoje, o Fórum Internacional do Software Livre, o FISL, abriu as portas para o público não participante do evento, inclusive este que vos escreve. O problema é que a expectativa foi logo abaixo ainda nas primeiras horas da manhã.

Não, não tem nada a ver com o FISL em si. O problema é que nesta semana eu consegui um free-lancer, o que “atrapalhou” a minha tentativa de cobertura digna. Apareci lá na PUC, onde acontece o evento, para dar uma bizoiada legal e depois rumei para o local de trabalho, que é próximo da universidade marista. A minha vontade era ter saído de lá umas 17 horas, mas só consegui sair às 19h15min, e com muito custo. Tudo isso para adiantar o trabalho e ter a sexta-feira toda livre para eu e para o FISL. Quase um momento Fã do Restart falando “Ésse-dois! Ésse-dois”.

Com o trânsito infernal na avenida Ipiranga, decidi ir caminhando até a bodega. Longa meia-hora a pezito. Cheguei no Centro de Eventos cansado, louco de sede, morto de sono, e ainda me perdi na busca pela sala 41-B. Logo, não consegui participar de uma palestra que eu tinha me programado para ir.

O que restou? Isso, fazer coisas que todo leigo faz nesses eventos: registrar. Tirei uma foto com um mascote do GNU, uma com um pinguim, uma com um “FISL 11, eu fui”, e essas coisas mais. Filmei outras cositas e saí de lá feliz.

Mas como todo leigo no mundo Nerd que não vai preparado, lógico que cometi um erro fenomenal. Após fazer o check-list do que levar numa mochila para um evento como esse, esqueci do principal: cabo USB. Como baixar as fotos do celular lá no evento e postar de lá, mesmo? Foi, como a gente diz no Twitter, um #fail gigante.

Enfim, o resumo do meu primeiro de dia de FISL foi esse: não teve primeiro dia de FISL. Foi um dia de Frila. Mas amanhã sou todo do FISL. “Ésse-dois! Ésse-dois!”

Um leigo no FISL – Informações importantes

Posted on July 21, 2010
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Tem aquele ditado que diz “Quanto mais informado, melhor”. Parece que foi o Linus Torvalds quem disse, um filósofo da época livre do período em que perguntaram qual a resposta para o sentido da Vida, do Universo e do Tudo o Mais. E Linus Torvalds é quem alimenta o cérebro deste que vos escreve e te dá uma dica das mais valiosas. Porque, sério, a PUC é gigante e algumas informações são necessárias a gente ter.

A primeira dela é “Onde está o TUX”. Tux é o nome do pinquim que é o mascote do Linux. É sempre bom saber onde que está o Tux, porque assim, quando tirares a foto, poderás dizer aos teus amigos que te chamam de Nerd “Eu e o TUX no #FISL”. Vai poder dizer que é nerd e com orgulho.

As promoções. Sempre tem alguma empresa com promoção por lá. Qualquer pessoa que nunca foi a um evento desses tem que saber quais as empresas que fazem sorteios e quetais. Porque nada pior do que sair de lá com as mãos abanando e com o computador só com fotos do Tux.

Algumas empresas, entretanto, não têm brindes para dar aos visitantes, mas sempre tem aqueles mongóis que, mesmo assim, vão lá encher o saco dos coitados dos voluntários do mundo livre. O que tu deves fazer? Fingir de desentendido e pedir o teu brinde também, oras. Se todo mundo pede, porque contigo vai ser diferente? Só fique longe do povo do Mozilla. Se pedires uma camiseta, ferrou…

E, para finalizar, onde estão as saídas de emergência. Isso tudo é para que consigas sair correndo caso faça alguma burrada, do tipo “O Internet Explorer é melhor que o Mozilla. Sério!”. Falar isso em público é o mesmo que falar aquela coisa constrangedora que ninguém sabia até tu dares com a língua nos dentes. Essas saídas são ótimos lugares para se esconder enquanto os outros falam sobre a vergolha alheia.

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